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segunda-feira, 5 de março de 2012

Feijoada Pretos - Velhos





Amigos


No próximo dia 13 de maio, iremos realizar nossa tradicional feijoada beneficente dos pretos-velhos.Na ocasião, além da feijoada, distribuímos roupas e brinquedos para a comunidade carente do Arapoanga. Então, venho pedir aos amigos que puderem, que contribuam com donativos de roupas e brinquedos usados para campanha.


Claro que também fica o convite para degustarem a deliciosa feijoada e aproveitarem a festa. Quem tiver algum donativo ou quiser contribuir com força de trabalho é só entrar em contato com o nosso presidente, Diogo Sá. O email é (cavaleirosdeogum@gmail.com )


Fiquem a vontade para divulgar a informação. Mais próximo da data, vamos postar mais informações com endereço e horários da festa.



Axé e que deus abençoe a todos.

Centro de Umbanda Cavaleiros de Ogum

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Tempo de amolar o machado



Conta-se que um jovem lenhador ficara impressionado com a eficácia e rapidez com que um velho e experiente lenhador da região onde morava, cortava e empilhava madeiras das árvores que cortava.


O jovem o admirava, e o seu desejo permanente era de, um dia, tornar-se tão bom, senão melhor, que aquele homem, no ofício de cortar madeira.


Certo dia, o rapaz resolveu procurar o velho lenhador, no propósito de aprender com quem mais sabia.


Enfim ele poderia tornar-se o melhor lenhador que aquela cidade já tinha ouvido falar. Passados apenas alguns dias daquele aprendizado, o jovem resolvera que já sabia tudo, e que aquele senhor não era tão bom assim quanto falavam.


Impetuoso, afrontou o velho lenhador, desafiando-o para uma disputa: em um dia de trabalho, quem cortaria mais árvores.


O experiente lenhador aceitou, sabendo que seria uma oportunidade para dar uma lição ao jovem arrogante.


Lá se foram os dois decidir quem seria o melhor.


De um lado, o jovem, forte, robusto e incansável, mantinha-se firme, cortando as suas árvores sem parar.


Do outro, o velho lenhador, desenvolvendo o seu trabalho, silencioso, tranquilo, também firme e sem demonstrar nenhum cansaço.


Num dado momento, o jovem olhou para trás a fim de ver como estava o velho lenhador, e qual não foi a sua surpresa, ao vê-lo sentado.


O jovem sorriu e pensou: Além de velho e cansado, está ficando tolo. Por acaso não sabe ele que estamos numa disputa?


Assim, ele prosseguiu cortando lenha sem parar, sem descansar um minuto.


Ao final do tempo estabelecido, encontraram-se os dois, e os representantes da comissão julgadora foram efetuar a contagem e medição.


Para a admiração de todos, foi constatado que o velho havia cortado quase duas vezes mais árvores que o jovem desafiante.


Este, espantado e irritado, ao mesmo tempo, indagou-lhe qual o segredo para cortar tantas árvores, se, uma ou duas vezes que parara para olhar, o vira sentado e tranquilo.

Ele, ao contrário, não havia parado ou descansado nenhuma vez.

O velho, sabiamente, lhe respondeu:

Todas as vezes que você me via sentado, eu não estava simplesmente parado, descansando. Eu estava amolando o meu machado!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Um pouco de nossa história...

O Centro de Umbanda Cavaleiros de Ogum , carinhosamente chamado por nós de Cuco, é uma sociedade religiosa, sem fins lucrativos, fundada no plano físico em 10 de março de 2009. O templo se localiza na Quadra 14, conjunto F, casa 10 do bairro de Arapoanga em Planaltina, Distrito Federal.

A Casa tem por objetivos: praticar a caridade, seja de ordem espiritual ou material, difundir a doutrina umbandista e prestar, sem distinção ou cobrança monetária, assistência àqueles que necessitarem. No campo espiritual, o Cuco é dirigido pelo Sr. Ogum Beira – Mar, Caboclo Sete Flechas, Pai Cipriano das Almas e Exú Tranca Ruas das Almas, sendo Oxum o orixá regente do templo.

No campo espiritual, o compromisso de fundação da Casa foi firmado, ainda no ano de 2008 (dia 07 de junho), entre o próprio patrono do tempo, Senhor Ogum Beira-Mar, e o pai pequeno e primeiro presidente do Centro, Diogo Alberto de Sá. Na ocasião, o guia, incorporado no zelador espiritual, Danilo Molina, discursou a respeito da necessidade de instalação física de uma casa de caridade a serviço das leis divinas e se comprometeu a mobilizar esforços do lado espiritual para a estruturação do templo.

O desafio foi, então, aceito de imediato pelo nosso pai pequeno. Nesta reunião mediúnica, também estava presente a filha de fé Renata Mendes Molina. Dentre as orientações repassadas pelo Senhor Ogum, naquela noite, ficou a obrigação de estruturar energeticamente a corrente mediúnica e foi dado o prazo de sete anos para a abertura oficial da casa para o público. A única exigência feita na época foi a de que a inauguração do Cuco fosse em uma festa de Ogum, prazo que se dá em 23 de abril de 2014.

Então, começou o trabalho de firmeza energético do templo com sessões mediúnicas tanto na residência do zelador espiritual, quando na do pai pequeno da casa. Nesse meio tempo, novos membros foram se incorporando a correte, como nosso ogã Caio Molina, e o trabalho espiritual de organização do templo foram crescendo.
Com a doação do terreno, em 2009, viu-se a necessidade de constituição jurídica do templo para que a casa pudesse, oficialmente, se tornar proprietária do lote onde funcionaria o templo. Então, a fundação oficial do Cuco aconteceu em 10 de março de 2009.

Neste ponto, não podemos deixar de citar a participação fundamental de três pessoas: Adílson Silva, Maria Adelia da Silva Molina e Walter Molina. Foram esses três sócios beneméritos que viabilizaram a execução da construção física do nosso templo. Também foi durante a época da construção que nosso irmão de fé Leandro ingressou na corrente e recebeu a atribuição de ser o caseiro do Cuco.

Vale lembrar, que toda a estrutura física do templo também seguiu orientação da cúpula espiritual da Casa. A localização de cada uma das casinhas e pontos de forço do terreiro foi designada pelos próprios guias, assim como a forma de realizar e proceder o assentamento de cada uma dessas firmezas.

Com o andamento dos trabalhos mediúnicos, os membros da corrente e freqüentadores do templo sentiram necessidade de um maior entendimento sobre a doutrina umbandista. Foi daí que nasceu o evangelho do Pai Cipriano.

Uma vez por mês, os filhos de fé se reuniam com o Pai Cipriano das Almas para receber orientação sobre doutrina da Casa e informações sobre a própria religião, além de poderem tirar dúvidas sobre a espiritualidade com o próprio vovô. Foram justamente nesses evangelhos que o nosso irmão Henrique e, posteriormente, as nossas irmãs Ana Paula e Ana Lívia receberam a missão de constituir o grupo de doutrina.

Esse grupo é responsável pelo curso de formação de todos os novos médiuns que desejam ingressar na corrente do Centro de Umbanda Cavaleiros de Ogum. Todos ensinamentos repassados pelo grupo de doutrina são fundamentados nos evangelhos do próprio Pai Cipriano das Almas.

Temos, ainda, a missão de evoluir junto com os nossos guias e protetores espirituais. Afinal, não é apenas de tijolos e cimento que uma obra de caridade é constituída, mas sim de toda fé e dedicação dos filhos de fé em Oxalá.

Agora, com o templo já construído, temos o dever de estruturar e equilibrar energeticamente nossa corrente mediúnica. Pois, devemos estar prontos para o momento em que as portas do templo forem abertas para todos. Afinal, é preciso fazer o bem sem olhar a quem. É nosso dever sabermos todos os procedimentos e posturas da Casa. Afinal, seremos exemplos para os futuros filhos de fé e freqüentadores do templo.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Salve Ogum Guerreiro de Oxalá...

Com as benção de nosso patrono Ogum Beira-Mar vamos retomar os trabalhos mediúnicos da nossa casa. Espero que nesta retomada de jornada, a carroagem de fogo de nosso pai Ogum possa cruzar o céu das nossas vidas e abençoar os caminhos de todos os membros do Centro de Umbanda Cavaleiros de Ogum.

Que a espada de ferro do grande guerreiro da umbanda corte todos os pensamentos e energias que nos impedem de evoluir e caminhar no rumo da luz. Mesmo que para isso tenho que cortar nossa própria carne. Que seja feita sua vonta, grande guerreiro de Oxalá!

A primeira espada quem ganhou foi ele
Mas ele é, ele é Ogum Megê!
Que vem na terra pra seus filhos proteger.

Ogunhê, meu pai!

quinta-feira, 24 de março de 2011

Ogum... Toma conta de mim!



Se te propões a colaborar no levantamento do bem de todos, não desistas de agir e servir.

Momentos sobrevirão em que o teu campo de atividades parecerá coberto de sombras e sentirás talvez o coração trânsido de lágrimas.

Ainda assim, não te marginalizes.

Chora, mas prossegue lutando e trabalhando pelo bem comum.

Se tropeças, reajusta-te.

Se cais, levanta-te e continua em serviço.

Se desenganos te requisitam, torna ao replantio de esperanças maiores e segue adiante, amando e auxiliando no melhor a fazer.

Relacionando as dificuldades que todos trazemos, por enquanto, nos recessos do ser, é justo considerar que a vitória em nós e sobre nós ainda nos custará muito esforço de construção e reajuste, entretanto, para altear-nos ao ideal do bem, fixando energias para sustentá-lo, recordemos o Cristo de Deus; regressando, depois da morte, à convivência dos discípulos, Jesus nem de longe lhes assinala as deficiências e as fraquezas e sim lhes reafirma em plenitude de confiança:


– “Estarei convosco até o fim dos séculos.”


Emmanuel

quinta-feira, 10 de março de 2011

Centro de Umbanda Cavaleiros de Ogum

Irmãos de fé em Oxalá,


Escrevo estas mals traçadas linhas para lembrar que, nesta quinta-feira (10/03), nossa Casa completa dois anos de existência jurídica. Gostaria de agradecer pela confiança e fé de tods nos trabalhos que realizamos. Aproveito a oportunidade para lembrar que ainda há muito para ser feito. Mais do que nunca precisamos estar unidos e com nossos pensamentos voltados para a evolução do Centro de Umbanda Cavaleiros de Ogum, que carinhosamente acabamos apelidando de Cuco. Não há mais espaços para qualquer tipo de pensamento negativo ou de desconfiança dentro da nossa corrente. As palavras da vez são: dedicação e comprometimento. Umbanda é coisa séria para gente séria.

Quero, também, agradecer especialmente os irmãos Adélia, Adilson e Walter. Apensar de não fazerem parte da corrente mediúnica, sem vocês a realização deste sonho de caridade a serviço de Zambi não seria possível. Para quem não se lembra, seguem algumas fotos da construção da nossa casa ao longo desses dois anos de caminhada.


Axé para todos sempre.


Centro de Umbanda Cavaleiros de Ogum

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Caridade

Amigos,

Depois de muito batalhar, finalmente, conseguimos abrir a conta corrente do nosso Centro de caridade. Estou publicando este posta para os companheiros que tiverem interesse em colaborar, ou que conheçam alguém que possa ajudar de alguma forma saibam os dados bancários:

Banco do Brasil
Centro de Umbanda Cavaleiros de Ogum - CUCO
CNPJ: 11.821.107/0001-17
Ag: 3264-6
C/C: 64329-7

Aproveito a oportunidade para dizer que vamos realizar, no próximo mês de maio, uma feijoada beneficiente com distribuição de roupas, brinquedos e materiais escolares para a comunidade carente do Arapoanga. Quem tiver algum desses ítens em boas condições para doação também estamos arrecadando. O contato para doação é: cavaleirosdeogum@gmail.com

Muito obrigado a todos pela colaboração e atenção.

"Umbanda é a manifestação do espírito para a caridade"

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Okê Aro!



Pessoal, no último sábado (22/01), o Centro de Umbanda Cavaleiros de Ogum prestou uma homenagem ao grande mistério divino Oxossi. Como estamos reformando o templo, optamos por realizar a entrega na mata.

Para isso, nosso irmão Pereira, gentilmente, ofereceu a chácara do qual é proprietário para a realização do trabalho mediúnico. A energia e o astral foram maravilhososo. Cada vez mais, fico satisfeito com a revitalização e sabedoria que o povo das matas têm para nos oferecer.

Okê Aro, Odé!

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Vaidade e mediunidade


A Umbanda, por não possuir uma codificação doutrinária que “padronize” seus rituais, usos e costumes litúrgicos no intercâmbio mediúnico, abriga um grande número de seguidores e adeptos. Assim como vai esclarecendo, confortando, promovendo a reforma íntima e evangelizando através das consultas individuais e assistência espiritual do Plano Astral Superior, dando alento a todos os necessitados independente das crenças individuais, ao mesmo tempo sofre os desmandos de alguns filhos de fé umbandista que se deixam envolver pelo astral inferior e acabam praticando uma falsa Umbanda: com vaidade, ganho financeiro, oferendas descabidas e sacrifícios de animais. Os médiuns vaidosos são os mais visados pelos ataques das Sombras, sempre dispostos a atender aqueles que se encontram com o ego exaltado. Pela característica das manifestações mediúnicas na Umbanda, é exigido aos médiuns um esforço contínuo no sentido de manterem a humildade, eis que não existe Guia mais “forte” do que outro, pois os critérios que levam à concretização dos pedidos dos consulentes independem do nome da entidade que assiste o medianeiro, da sua hierarquia espiritual ou se estão mais ou menos “incorporado” no “cavalo”. O que leva a brisa benfazeja para os que buscam a Umbanda para a cura, o alento espiritual, e até algumas questões que envolvam auxílio das falanges benfeitoras no campo material, é nada mais que o merecimento, associado ao respeito do livrearbítrio de todas as criaturas. Essa é a maior dificuldade dos médiuns: discernir as fronteiras tênues do que intermediam com o Astral – se é adequado dentro das leis de equilíbrio e de causalidade que regem o carma de todos os seres. A ambição atiçada pelo ganho fácil e seguidamente provocada pelos elogios dos consulentes, que procuram agradar os médiuns em troca de favores, trabalhos milagrosos e toda sorte de ajuda que envolve as situações comezinhas da vida material, é como a ferrugem que lentamente e sem maiores esforços corrói fina ourivesaria.

Jardim dos Orixás Ramatis – Norberto Peixoto.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Ser umbandista é...



Ser Umbandista é amar a Deus acima de todas as coisas!!!

Ser Umbandista é amar a natureza e respeitá-la, pois Deus está lá!!!

Ser Umbandista é reconhecer que os Orixás são Potências de Deus, Divindades, que manifestam as qualidades do Criador de tudo e de todos!!!

Ser Umbandista é ser amante da sabedoria, da virtude, da justiça e da humanidade!!!

Ser Umbandista é ser amigo dos pobres, dos desgraçados que sofrem, dos que choram, dos que têm fome e clamam pelo direito de justiça!!!

Ser Umbandista é querer a harmonia das famílias, a concórdia dos povos, a paz do gênero humano!!!

Ser Umbandista é levar para o terreno prático, aquele formosíssimo preceito de todos os lugares e todos os séculos, que diz com infinita ternura aos homens de todas as raças, desde o alto de uma cruz e com os braços abertos ao mundo: “Amai-vos uns
aos outros, formai uma só família, sede irmãos!!!

Ser Umbandista é pregar a tolerância; praticar a caridade sem distinção de raças, crenças ou opiniões, é lutar contra a hipocrisia e o fanatismo!!!

Ser Umbandista é viver para a realização da Paz Universal, tendo pelos encarnados o mesmo respeito que se dedica aos desencarnados!!!

Ser Umbandista é ter uma crença religiosa sem tabus ou preconceitos, fundamentada na ética e no bom senso, sem ferir os valores dos bons costumes!!!

Ser Umbandista é respeitar a máxima que diz “somos imagem e semelhança de Deus”, vendo Deus na presença do semelhante e em nós, através de nossas virtudes de Fé, Amor, Conhecimento, Justiça, Lei, Evolução e Geração!!!

Ser Umbandista é dar de graça o que de graça recebemos!!!

SE VOCÊ NÃO REÚNE ESTAS CONDIÇÕES, AFASTE-SE DA UMBANDA!!!


Texto adaptado, por Alexandre Cumino, do original: “Cuidado! O Senhor Não Deve Ser Maçom”, publicado em “A Voz do Vale do Rio Grande”, Paulo de Faria, SP, em 04 de Janeiro de 1976 e de autor desconhecido.
Jornal de Umbanda Sagrada, agosto de 2003.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Pedi a Ogum...



Eu pedi a Ogum, para retirar os meus vícios.
Ogum disse: Não!
Eles não são para eu tirar, mas para você desistir deles.

Eu pedi a Ogum , para fazer meu filho aleijado se tornar completo.
Ogum disse: Não!
Seu espírito é completo, seu corpo é apenas temporário

Eu pedi a Ogum para me dar paciência.
Ogum disse, Não!
Paciência é um subproduto das tribulações Ela não é dada, é aprendida.

Eu pedi a Ogum para me dar felicidade.
Ogum disse: Não!
Eu dou bênçãos Felicidade depende de você.

Eu pedi a Ogum para me livrar da dor.
Ogum disse: Não!
Sofrer te leva para longe do mundo e te traz para perto de mim.

Eu pedi a Ogum para fazer meu espírito crescer.
Ogum disse: Não!
Você deve crescer em si próprio! Mas eu te podarei para que dês frutos.

Eu pedi a Ogum todas as coisas que me fariam apreciar a vida.
Ogum disse: Não!
Eu te darei a vida, para que você aprecie todas as coisas.

Eu pedi a Ogum para me ajudar a AMAR os outros, como Ele me ama.
Ogum disse: . Ahhhh, finalmente você entendeu a idéia..


Bela mensagem para reflexão neste final de ano. Axé e feliz 2011 para todos.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Por que pedimos silêncio no terreiro?



Atente para o que você fala. Boas palavras são as que edificam, elevam e agradam. Más palavras são as que destroem, rebaixam e machucam. O que sai da boca é força criadora.

Provindos de Deus, os orixás são os grandes criadores, e se expressam pelo som. A palavra é, portanto, um dos meios de manifestação do Divino na Terra, e quando proferida passa a produzir efeitos; não há como fazê-la retornar. Por isso, ao adentrar um terreiro de umbanda, pense antes de falar.

Pense novamente e evite excessos, pois muito antes de sua chegada os falangeiros dos orixás já estão organizando, em nível astral, todo o aparato necessário para providenciar o socorro e a cura dos espíritos doentes e sofredores. Os meios necessários para a defesa desse "hospital de almas" são ativados com a finalidade de conter os ataques trevosos que a casa irá receber antes, durante e depois da sessão. Portanto, não seja o porta-voz das sombras, trazendo desarmonia para o ambiente. Facilite o trabalho, não julgando nada, não emitindo opinião, ou melhor, adotando uma postura de imparcialidade diante do momento existencial e da dor de cada um.

Como você não sabe de seu passado, então deve vigiar os seus pensamentos e as suas palavras. Deve regrar-se pela verdade e pela sensatez; regular o tom de voz, falando mais baixo, e ser delicado com as pessoas.

Médium trabalhador, é seu dever transmitir paz, certeza, carinho e alegria aos que chegam. Tudo o que você fala precisa ser digno de ser ouvido por nós do "lado de cá", singelos obreiros dos orixás.

Lembre-se sempre disso e fale aos outros como se estivesse falando direto a Deus ao pisar num terreiro de umbanda.


Exu Tiriri

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Fotos da Festa das Iabás...

Nosso axé!




Mesa posta para as senhoras




Terreiro arrumado para receber nossas queridas iabás

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Gongá...



Nesta foto nosso irmão Leandro arruma gongá da Casa.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Festa dos príncipes e princesas...



No último sábado, realizamos nossa homenagem para os guardiões da nossa casa. Axé muito bom! Obrigado a todos os filhos da casa.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Fim da 1ª etapa...



Amigos, é com prazer e satisfação que comunicamos o fim da 1ª etapa das obras do Centro de Umbanda Cavaleiros de Ogum. Apesar de toda a luta, valeu o resultado.

Avante filhos de fé, com a nossa lei nã há!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Exú, o grande paradoxo na caridade umbandística


Poder-se-ia aprofundar esta questão, polêmica por si. Como por exemplo refletindo as múltiplas facetas de Exú e a diversidade de interpretações existentes nos cultos.

Desde os idos da antiga África que Exú deixa estupefatos os circunstantes.

Para alguns umbandistas, mais ligados a dualidade católico-espirítica é um grande incômodo e não é permitido as suas manifestações.

Para outros liberados de constrições culposas, Exú ainda é vestido pelo inconsciente do imaginário popular com capa vermelha, tridente, pé de bode, sorridente entre labaredas.

Há os que “despacham” Exú para não incomodar o culto aos “orixás”.

Exú, sendo considerado entidade, não deve entrar, dizem os ortodoxos que preconizam a pureza das nações. Ali não tem lugar para egum...espírito de morto...

Existem os mais entendidos nos fundamentos da natureza oculta que compreendem Exú como o movimento dinâmico de comunicação entre os planos de vida. Entendem que o axé – asé – impulsiona a prática litúrgica que, por sua vez, o realimenta, pondo todo o sistema em movimento. Exú, vibração indiferenciada, não manifestada na forma transitória de um corpo astral ou outro veículo do plano concreto, é o que põe em movimento a força do axé – asé – por meio da qual se estabelece a relação de intercâmbio da dimensão física – concreta – com a rarefeita, a dimensão espiritual.

Em conformidade com esta conceituação, passa Exú a ser indispensável e o elemento de ligação mais importante em toda liturgia e prática mágica umbandística.

Sendo Exú o transportador, o que leva e traz, fecha e abre, para os africanistas ligados as tradições antigas, como concebê-lo sem o sacrifício animal para realimentação da força vital – o asé -, diante do preceito- tabu – que o sangue é o perfeito e indispensável condensador energético com esta finalidade?

Quando referimos africanista, não quer dizer negro. Para ser africanista, no sentido de se preconizar a retomada dos antigos ritos tribais, pode se ter qualquer cor de pele. Existem muito negros que tem verdadeira ojeriza a qualquer sacrifício assim como há muitos brancos a postos com a faca afiada.

Neste artigo não se preconiza contra as oferendas ritualísticas.

Pedimos tão somente a reflexão.

Reduzir toda a movimentação das forças cósmicas e seu ciclo retro-vitalizador ao derramamento de sangue pelo corte sacrificial é uma visão estreita, fetichista, da DIVINDADE. É uma posição reducionista, que demonstra dependência psicológica. Na atualidade se verifica que esta “práxis” extrapolou os limites de fé dos antigos clãs tribais e está inserida na variedade racial da sociedade que a compõe e ao mesmo tempo a confronta, já que objetiva a manutenção financeira de cultos religiosos e o prestígio de seus chefes, dado que o sangue equivocadamente está ligado a força, poder, resolução de problemas e abertura dos caminhos. Saber manipulá-lo, ter cabeça feita, ser iniciado no santo simboliza este poder. Este apelo mágico divino atrai mais que retrai, pelo natural imediatismo das pessoas em resolver seus problemas.

Afirmamos que é plenamente possível se movimentar todo o axé – asé -, harmonicamente integrado com a natureza de amor cósmico e crística da Umbanda, equilibrado com a sua essência que é fazer a caridade desinteressada, e GRATUÍTA, sem ceifar vidas e derramar sangue.

O próprio aparelho mediúnico é o maior e mais importante vitalizador do ciclo cósmico de movimentação do axé – asé. Ele é o “fornecedor”, a cada batida do seu coração, o sangue circula em todo seu corpo denso, repercutindo energeticamente nos corpos mais sutis e volatilizando no plano etéreo. Desta forma, os espíritos mentores, que não produzem estas energias mais densas e telúricas, se valem de seus médiuns que fornecem a vitalidade necessária aos trabalhos caritativos aos necessitados. Há os espíritos que vampirizam estes fluídos. São dignos de amor, de amparo e socorro, o que fazem as falanges de Umbanda.

Fonte: http://www.caboclopery.com.br/refletindo_a_umbanda.htm

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Doutrina

A maioria dos terreiros de Umbanda hoje em dia, tem dias especificos para suas Aulas de Doutrina Umbandista.

O que observo é que quando o médium é novo na casa, ele quer aprender, ele vai a todas as atividades do Templo, pergunta, se interessa, corre atras, mas as vezes, não vou generalizar, esse mesmo médium acha que já sabe tudo, que já leu bastante, já aprendeu tudo que precisava, e não vai mais as doutrinas.

Sabemos que a espiritualidade evolui sempre, e a cada momento mais Luzes nos são trazidas, eu comparado com muitos irmãos, sou uma criança ainda, e sei que tenho muito que aprender, e rezo sempre que Olorun sempre me permita aprender mais e mais, mas corro, vou atras.

Fico triste pelo descaso, desses mediuns com sua propria evolução, por vaidade e super-ego, acham que não precisam, por que já leram,já passaram pelo desenvolvimento e já são prontos, pura ilusão!

Quanta ignorancia!

Médium desenvolve sempre, a vida toda! E muitas vezes não alcança seu potencial programamdo para encarnação.

A falta de interesse pela doutrina, ou Doutrinas com Desenvolvimento mediunico, é falta de respeito para consigo, com seus Guias e seus irmãos em desenvolvimento inicial.

Já vi alguns dirigentes dizerem, que se não comparecem, em seus terreiros, há uma certa "punição", sempre pensei sobre isso, funciona mais ou menos como uma castigo, da mesma forma que com crianças. Pois se comportam como tais, com certeza se o medium conseguir anular sua vaidade e refletir nesse momento, será valido!

Mas se o medium aceitar apenas de forma superficial,pois, em seu interior não pensar e mudar seu comportamento, aconselho esse "médium", a voltar para assistencia, pois ele ainda não despertou para sua espiritualidade, para o amor e crescimento.

A Umbanda precisa de médiuns zelosos, responsaveis para consigo e com os outros, médiuns dedicados em todos afazeres no Templo, não apenas médium de "sexta-feira". A Umbanda não precisa de quantidade, mas de qualidade !

Temos muita responsabilidades entre mundos, e quem não quer essas responsabilidades, lembre-se sempre, assuma seu destino, :" quem planta... colhe!

Não posso plantar veneno e colher rosas! "Cada qual segundo seu quinhão" !

De: http://templodenana.blogspot.com/